e-commerce, essencial para empresas e consumidores.

Empresas investem em armazéns para aumentar a velocidade das entregas das vendas online

Com a pandemia o e-commerce passou a ser uma realidade essencial para empresas e consumidores, estes por sua vez quebraram o tabu de comprar online e sentiram os benefícios de fazerem suas compras sem sair de casa ou interromperem seus trabalhos e receberem o que compraram cada vez mais rápido e no endereço que melhor convir.

e-Black Friday

De olho neste mercado todo setor de comércio está engajado em campanhas publicitárias para este nicho, visando acender ainda mais o desejo de consumo das pessoas com preços, ofertas e entregas com qualidades muito atraentes. É a primeira vez que há uma dedicação total e exclusiva nesse segmento de vendas devido ao crescimento exponencial durante a pandemia.

O céu é o limite

O mercado de e-commerce no Brasil cresceu 71%, entre 24 de fevereiro e 24 de maio de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado, faturando R$27,3 bilhões.

Esse movimento se traduziu em um pico de demanda de armazenagem e distribuição para marketplaces e no crescimento exponencial de operações de omnichannel (que significa estar em todos os canais de vendas), seja oriunda de empresas que migraram de uma semana para outra suas vendas de lojas físicas para outros canais, seja em clientes mais digitalizados que viram seu volume de vendas a partir do on-line até quadruplicar. Com isso, a expectativa da companhia é que a participação do e-commerce e omnichannel em seu portfólio no país possa dobrar até final do ano.

A DHL lidera a corrida

DHL Supply Chain gerencia cinco Centros de Distribuição (mono e multicliente) e dispõe de 14 filiais próprias de transporte e quatro mil colaboradores focados em operações de e-commerce. Ao todo, a empresa processa cerca de 130 mil pacotes ao dia no Brasil, em mais de 193 mil m² de área de armazenagem e transbordo de carga.

Do ponto de vista global, 12% da equipe e 33% dos novos negócios da DHL Supply Chain em varejo e consumo são de e-commerce. Destaque ainda para o acesso a recursos compartilhados importantes: duas torres de controle e uma malha rodoviária nacional de cerca de dois mil veículos.
Para dar conta do pico de demanda durante a pandemia e manter os níveis de serviço, a DHL ampliou em 50% a sua frota de veículos para operações locais de e-commerce e omnichannel.

Seguindo a tendência

Outras empresas do ramo estão também crescendo, investindo e ampliando para que haja uma competição saudável no mercado. Quem sai ganhando com isso são os milhões de clientes sedentos para consumir as novas tecnologias em smartphones, vídeo games e acredite, até compra de despesas mensais domésticas, hoje são feitas online. Então é certo que veremos muitas outras empresas se destacando neste ramo.

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